O líder e a administração financeira do lar



O primeiro princípio para a saúde financeira é a fidelidade nos dízimos.


Recentemente, em certos círculos teológicos, tem sido comum ouvir que o dízimo é uma instituição da Lei de Moisés que foi abolida pela graça. Segundo essa corrente, o Novo Testamento fala apenas de ofertas e, assim o dízimo ficou para trás. Essa teoria é incorreta por três razões:


1. Em primeiro lugar, não foi a Lei de Moisés que criou o dízimo. Abraão e Jacó já o praticavam, quase 500 anos antes de Moisés. O dízimo é, antes de tudo, o reconhecimento de que Deus é o dono de todas as coisas e um compromisso de aliança com o Senhor, em gratidão pelo que Ele dá. O que a Lei mosaica fez foi simplesmente organizar este princípio dentro do sistema de culto veterotestamentário.


2. Em segundo lugar, o Novo Testamento fala, sim, sobre dízimos. Em Mateus 23, Jesus está criticando os fariseus: “Ai, de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e omitis o que há de mais importante na Lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade; devíeis fazer estas coisas, sem omitir aquelas. ” (grifo meu). Cristo criticou a religiosidade farisaica, que se preocupava apenas com os aspectos exteriores (no caso, o dízimo até mesmo das hortaliças). Jesus disse que eles deveriam praticar as coisas mais importantes (justiça, misericórdia, fidelidade) sem, no entanto, omitir o dízimo! O Senhor disse que justiça, misericórdia e fidelidade são o que há de mais importante; ele não revogou o dízimo.


Aqueles que negam o dízimo no contexto da Nova Aliança apontam para exemplos de contribuição voluntária no Novo Testamento. Porém, vejam que ironia, os exemplos citados não deram menos que o dízimo; deram mais! A viúva pobre deu 100%. Barnabé deu 100% do valor do seu terreno. Os crentes da Macedônia deram mais do que 100%, porque deram além do que suas posses permitiam! Falar de um “padrão neotestamentário de contribuições” é falar de 100%. Ora, quem não é capaz de se desprender nem de 10%, não vai se desprender de 100%, não é mesmo?


3. Em terceiro lugar, a experiência dos que praticam o dízimo deveria acabar com todas as dúvidas sobre sua atualidade. Não se deve estabelecer doutrina sobre experiências, mas nesse caso o Senhor ordena que o experimentemos (“provai-me nisto”). É uma das poucas ocasiões em que temos permissão do Senhor para fazer testes práticos com sua Palavra. Não seria sábio dar atenção a estes testes?


Esse artigo foi escrito pelo Pr e Miss Marcelo Santos, que atua na Junta de Missões Nacionais no RJ.



Faça download e leia o artigo na íntegra:


O LIDER E A ADMINISTRAÇAO FINANCEIRA DO LAR
.pdf
Download PDF • 2.52MB

Siga-nos:

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Instagram Social Icon