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  • Denise Pereira

10 dicas para ter conversas difíceis com seu adolescente



Temos consciência de que nossos adolescentes estão sendo bombardeados com muitas informações contrarias a Palavra de Deus. A internet, os programas de televisão, as músicas falam de tudo menos de santidade. Concordo que não podemos procurar culpados, mas devemos colocar em prática o que falamos décor e salteados: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. ” Provérbios 22:6.


Na escola os adolescentes escutam sobre drogas, álcool, cigarros, homossexualidade e relações sexuais todos os dias com seus amigos, mas aonde escutam de Jesus Cristo e os princípios bíblicos? Na pregação? Na EBD? Sabemos que eles ficam ali muitas vezes de corpo presente, mas com a mente ausente, há exceções, mas no geral infelizmente é isso que acontece.


Precisamos virar nossos olhos para dentro de nossas casas e discipular nossos adolescentes individualmente com tempo de qualidade e amor. Precisamos procurar ou produzir materiais de apoio para discipulado especifico para adolescentes. Precisamos orar e jejuar especificamente para que eles vençam os dias maus. Precisamos buscar mentores e conteúdo de apoio para conversar difíceis.


Compartilhamos algumas dicas para conversar com seus adolescentes. Não transfira a responsabilidade de orientar e discipular seu adolescente.


1. Respeite seu espaço

Em primeiro lugar, encarar que os jovens estão numa fase de autoconhecimento, de busca e compreensão de tudo que está à sua volta e que, muitas vezes, por fatores diversos, de contestação, também. Assim, muitos não aceitam que os pais ou responsáveis possam orientá-los (talvez por acharem que eles sejam super protetores, “velhos”, cujas ideias são ultrapassadas). Nada de desesperar-se! O momento não é de reprimir o adolescente, mas usar de empatia com ele.


2. Entender a diferença de gerações

Lembrar que já se foi adolescente e, embora a adolescência dos pais ou responsáveis possa ter sido tranquila, a do filho (a) pode não ser, é algo que pode ajudar. Cada geração é diferente, por mais parecida que possa ser. Então, colocar-se no lugar dele (a) é fundamental para haver um bom diálogo.


3. Ser honesto e sutil

Conversar sobre sexo, por exemplo, nem sempre é fácil, mas deve ser feita de forma direta, séria e até divertida, sem ser promíscua. Deve-se lembrar de que jovens estão curiosos com as mudanças do corpo, que os hormônios se alteram e a curiosidade é imensa.


4. Aplicar tolerância e paciência

A questão não é fazer um interrogatório e/ou dar uma lição de puritanismo. É saber lidar com as dúvidas e incentivá-los a elucidá-las de forma clara, sucinta e trazer o seu adolescente para perto de si e não o afastar.


5. Usar empatia

Às vezes, uma conversa pode levar o jovem a fazer o oposto do que se espera. Colocar-se no lugar do outro, no caso, do adolescente, é fundamental. Se fosse você o (a) adolescente, naquele momento, como gostaria que seu pai, mãe ou responsável, conversasse com você? Como gostaria que ele (a) respondesse à sua dúvida?


6. Fazer do amor e da amizade entre pai e filho o sentimento principal

O amor, a amizade, entre pais e filhos, deve ser fundamental em tais conversas. Se não houver afeto, não haverá resposta positiva. Conhecer o seu adolescente é o primeiro passo. Perceber através do olhar, da fala, do corpo. E não mentir sobre qualquer que seja a pergunta.


7. Entender suas dúvidas

Os jovens buscam respostas diretas e não maquiadas. Não buscam críticas, mas entendimento. Querem ser ouvidos. Precisamos ouvi-los! A espiritualidade é algo importante na lida com o jovem.


8. Não julgar ou rotular

A fé pode auxiliar na lida com o adolescente, mas usar a religião para criticar seus erros é diferente. O jovem será mais temente a Deus ou se rebelará? Exercerá mais fé? Precisamos ser prudentes para que a fé em Deus seja fortalecida e não diminuída, que ele pratique sua fé e saiba que o Salvador o ama.


9. Confiar e ser confiável

A palavra-chave no quesito pais e filhos é a confiança. Toda pessoa gosta de saber que é considerada de confiança. Quando os pais e filhos confiam uns nos outros, sem dúvida, o relacionamento familiar é fortalecido e não há motivos para recear qualquer tipo de conversa, por mais difícil que ela possa ser.


10. Saber ouvir

Fazer perguntas é importante, mas saber ouvir é mais, além, é claro, de saber ser AMIGO (A) do(a) filho(a). A resposta para as dúvidas dos adolescentes? Amor, empatia, diálogo, amizade, confiança e sinceridade, sempre!


Fonte: https://familia.com.br/46/10-dicas-para-ter-conversas-dificeis-com-seu-adolescente


Indicações de leitura:

  • Educando adolescentes - Como construir um relacionamento para toda a vida – Gary Ezzo e Robert Bucknam - Editora Universidade da Família

  • A idade da oportunidade – Paulo David Tripp - Editora Batista Regular

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